Apesar de não ser apreciadora dos programas de entretenimento típicos que as televisões nacionais nos têm oferecido, tenho de reconhecer que, por vezes, há momentos que, quer queiramos, quer não, no
s tocam.
Um bom exemplo disso, aconteceu-me ontem, quando fazia o meu zapping habitual, e me deparei com sons e imagens que me fizeram parar no canal 1.
“A Minha Geração” com a Catarina Furtado. Que coisa. Em qualquer outra altura da minha vida, jamais pararia para dar atenção a um programa de serão com esta apresentadora, com bailarinos e suas agravantes.
Mas este foi diferente. A música fez com que o meu dedo não clicasse no channel+ e ali fiquei.
Anos 90.
Músicas como “Não posso mais” do Pedro Abrunhosa, “ Os filhos da Nação” dos Quinta do Bill e os inesquecíveis Lunáticos com o seu mega-sucesso “Estou na Lua”, fizeram-me recuar no tempo, até à minha adolescência.
Sentada no sofá, inerte, com o olhar fixo na tv, vi cenas da minha vida passarem-me à frente dos olhos como um filme, com imagens tão fortes de acontecimentos que julguei há muito esquecidos ou perdidos no mais profundo buraco negro da minha memória.
Alguém um dia disse que “recordar é viver”. Deveria ser sábio, pois é a mais pura das verdades.
Eu sou a prova viva disso.
E ontem vivi com muita intensidade por alguns momentos, porque recordei.
Obrigada RTP.
s tocam.Um bom exemplo disso, aconteceu-me ontem, quando fazia o meu zapping habitual, e me deparei com sons e imagens que me fizeram parar no canal 1.
“A Minha Geração” com a Catarina Furtado. Que coisa. Em qualquer outra altura da minha vida, jamais pararia para dar atenção a um programa de serão com esta apresentadora, com bailarinos e suas agravantes.
Mas este foi diferente. A música fez com que o meu dedo não clicasse no channel+ e ali fiquei.
Anos 90.
Músicas como “Não posso mais” do Pedro Abrunhosa, “ Os filhos da Nação” dos Quinta do Bill e os inesquecíveis Lunáticos com o seu mega-sucesso “Estou na Lua”, fizeram-me recuar no tempo, até à minha adolescência.
Sentada no sofá, inerte, com o olhar fixo na tv, vi cenas da minha vida passarem-me à frente dos olhos como um filme, com imagens tão fortes de acontecimentos que julguei há muito esquecidos ou perdidos no mais profundo buraco negro da minha memória.
Alguém um dia disse que “recordar é viver”. Deveria ser sábio, pois é a mais pura das verdades.
Eu sou a prova viva disso.
E ontem vivi com muita intensidade por alguns momentos, porque recordei.
Obrigada RTP.
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